Muito se tem falado neste tempo sobre lealdade. Lealdade que se deve a um grupo, lealdade que se deve a um líder. Alguns chegam a ir para o mais extremo possível sobre assunto.
Me pergunto se não seria mais fácil e até menos suscetível ao erro ensinar sobre lealdade a bíblia, lealdade a palavra, pois uma vez que se ensina sobre isso e o liderado aprende, decidindo assim colocar em prática, o líder que anda correto não teria problema algum em relação a qualquer tipo de deslealdade. Se um liderado ensinado e leal a palavra, antes de tomar qualquer atitude em relação ao seu líder, procurar nas escrituras o como fazer e a correção ou repreensão do que pensa em fazer, este seria mais leal e correto para com o seu líder do que qualquer outro.
Penso que a questão que está levando muitos líderes cristãos a ensinarem sobre a lealdade a si próprio e não sobre a lealdade ao que diz a bíblia, é que ele sabe que a bíblia é uma espada que corta para os dois lados, ele sabe que há uma fatia considerável, quando o assunto é submissão e autoridade, que diz respeito ao líder, ao que ele deve fazer, as suas responsabilidades, e muitos preferem não ficar vulneráveis, expondo suas fraquezas e falta de compromisso com a sua parte no que diz a palavra. Preferem colocar seus liderados debaixo de um peso os ensinando apenas como eles devem agir os honrando.
Submissão e autoridade, lealdade, honra são princípios que devem ser ensinados e tratados em uma via de mão dupla. Ambas as partes tem as suas implicações e importâncias.
Vamos ser todos leais a palavra. Isso basta para que todos andemos em harmonia em qualquer questão. A palavra sempre será suficiente!
Mensagem do Kenneth Hagin completa. Você que já é um ministro da Palavra, vale a pena conferir!
I Samuel 16
7 O Senhor, contudo, disse a Samuel: "Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: O HOMEM VÊ A APARÊNCIA, MAS O SENHOR VÊ O CORAÇÃO".
O texto acima narra a história de quando Samuel foi ungir um dos filhos de Jessé para se tornar futuramente Rei. Jessé naturalmente começa a apresentar diante do profeta seus filhos naturalmente mais capacitados, mas aprouve Deus escolher a Davi para ser ungido, mesmo aparentemente este sendo o menos provável.
A expressão destacada no versículo acima e usada pelo Senhor a Samuel nos traz muitos ensinamentos. Inspirada nesta e outras passagens é que muitos afirmam para si mesmo que Deus se importa somente com a sinceridade do nosso coração, e isso é uma verdade quando aplicada no mesmo contexto correto. Creio que realmente quando Deus nos escolhe, ele não está refém de nossas habilidades naturais, nossa capacidade humana para nos relacionarmos e influenciarmos outros, por mais que tudo isso possa ser de grande ajuda para a nossa vida cristã e corrida ministerial. Quando Deus escolhe alguém, creio que o que Ele precisa é apenas de um coração disponível, um coração sincero e O próprio se encarrega de capacitar o escolhido.
Porém, vejo algumas pessoas usando essa expressão ("Deus vê apenas a sinceridade do nosso coração") no sentido de que mesmo que elas estejam erradas, mesmo que não estejam alinhadas com aquilo que Deus quer, mesmo que estejam liderando fora de princípios, Deus está vendo que ela está com o coração sincero diante dEle e por isso ele irá abençoá-la. Isso é um grande engano!
A nossa sinceridade de coração se torna visível e real quando vemos onde estamos errados e por amor a Ele mudamos o rumo das coisas. Deus estabeleceu princípios que não serão quebrados nem por aquilo que podemos chamar de sinceridade de coração. Se estamos errados, se estamos quebrando princípios, não devemos achar que podemos permanecer do mesmo jeito e esperando receber algo de Deus para nossa vida ou ministério. Se você está errado, quebrando alguns princípios, mas buscando a benção com verdadeira sinceridade no coração, parar e se consertar não será problema para você.
Pense nisso!
até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. (Efésios 4:13 NVI)
O líder cristão tem o objetivo de levar pessoas a serem cada dia mais parecidas com Cristo. Conforme o texto citado acima, nós todos temos um alvo na nossa caminhada cristã, que é o de atingir a medida da plenitude de Cristo, e se a Palavra nos diz que existem meios para que isso aconteça, temos que acreditar que é possível sim.
Muitos líderes tem se colocado como parâmetro para medir a espiritualidade de seus liderados. Quando assim o fazem, estão limitando o crescimento de seus liderados e nunca irão reconhecer pessoas que podem estar a sua frente na caminhada cristã.
Quando o líder sabe reconhecer o seu papel de levar pessoas a serem como Jesus, seu parâmetro de medida a espiritual passa a ser o próprio Jesus e com isso ele não limita o crescimento de seus liderados e aprende a reconhecer que tem pessoas nessa caminhada que podem estar a sua frente, o torna mais humilde no liderar.
Uns pregam a salvação como prosperidade, outros como a cura, outros como uma paz ou estado de espírito equilibrado, outros somente como perseguição, outros a pregam somente como renúncia, outros apenas como o início de um ministério. Brigam entre si, falam uns dos outros e todos estes se esquecem que ela simplesmente significa tudo isso.
Alguns pregam a fé como uma declaração ousada ao "monte", outros como um meio para se obter o que Deus conquistou, uns como repetir o que a bíblia diz, outros acreditam que é apenas um descanso que independe de circunstâncias. Falam uns dos outros e todos estes se esquecem que ela significa tudo isso.
Na tentativa de buscarmos uma definição própria e específica sobre um assunto bíblico, esquecemos que aquilo na verdade pode significar O TODO.
Opine!
Estive em uma Escola bíblica ontem (03.09.12) e pude ouvir o testemunho e palavra de uma missionária chamada Lana, formada pelo Centro de Treinamento Bíblico em Tulsa e que está fazendo um trabalho maravilhoso com crianças que são vendidas como prostitutas em países do oriente.
Enquanto ela contava os fatos, ela destacou e me chamou a atenção para o fato de que muitas coisas nós não iremos aprender sentados em um seminário por mais renomado que ele seja. Você nunca aprenderá sentado em uma sala de aula sobre como pregar para um grupo fortemente armado de guerrilheiros que são treinados para matar, nem aprenderemos o passo a passo de como começarmos a ministrar diante de qualquer público que seja. Não seria mais fácil se tudo já viesse mastigado por Deus para nós e só precisássemos seguir um manual detalhado?
Êxodo 4
10 Disse, porém, Moisés ao Senhor: "Ó Senhor! Nunca tive facilidade para falar, nem no passado nem agora que falaste a teu servo. Não consigo falar bem!"
11 Disse-lhe o Senhor: "Quem deu boca ao homem? Quem o fez surdo ou mudo? Quem lhe concede vista ou o torna cego? Não sou eu, o Senhor? 12 Agora, pois, vá; eu estarei com você, ensinando-lhe o que dizer".
Alguns, assim como eu, um dia diante deste texto já se perguntaram o motivo pelo qual Deus não deus uma amostra antecipada para Moisés de como iria dar certo, ou porque ele não o transportou para o futuro o mostrando falar muito bem sem gaguejar nenhuma vez, não seria mais fácil? Seria difícil pra Deus? Claro que não. Mas vejo que a questão é que com Deus tudo é na base da fé e entrega. Até quando falamos de ministério.
Talvez você, como eu um dia, tem muita dificuldade e está como esperando o dia em que vai ter total confiança para se deixar ser usado naquilo que você já sabe que Deus quer te usar. A novidade é que esse dia de tranquilidade total, onde você vai acordar se sentindo completamente pronto e autoconfiante não irá acontecer. Mas para acontecer o dia em que você vai agir confiando em quem te chamou e irá se lançar nessa confiança vencendo seu medo, só depende de você.
A confiança do ministro nunca poderá estar nele mesmo, mas no fato de que quando ele abrir a boca em fé para ministrar a palavra, Deus irá completá-la.
Não haverá um ensino que irá te mostrar passo a passo o que você deve fazer e como fazer diante da maioria das situações em que você terá que ministrar. Como dizia o Pr Márcio Valadão: "Só existe uma maneira de aprender a pregar, que é pregando".
Comece pela fé!
"Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito" Mateus 25:21
É importante entender e saber que o fato de você ter compreendido qual o seu chamado e estar inserido diretamente nele não quer dizer que as coisas irão acontecer de uma hora para outra. O nosso chamado requer fidelidade.
Naturalmente, lendo o texto citado acima, muitos o associam a coisas ligadas ao dinheiro, mas entendo que ele pode ser usado para muitas áreas de nossas vidas, inclusive o nosso ministério.
Já conheci pessoas que são excelentes, estão inseridas dentro daquilo que Deus as chamou, vemos graça quando elas estão operando naquilo, mas que não estão dispostas a plantar fidelidade no pouco. Elas querem colher logo o muito. Infelizmente o maior desafio para alcançar o "sucesso" ministerial para essas pessoas serão elas mesmo.
No Reino de Deus não existe como dar jeitinho ou uma maneira onde podemos furar fila ou explorar um atalho. O plantio de fidelidade no pouco e a disciplina serão coisas que farão parte da formação de um grande ministro, assim acredito. Existem fases no ministério e nós precisamos respeitar e passar por cada uma delas. Eu acredito que Deus tem mostrado coisas grandes a você, mas isso não quer dizer que você irá começar de onde ele mostrou.
É triste, mas é normal vermos futuros ministros que desejam estar entre as multidões, mas não demonstram a mesma empolgação ao ministrar em um grupo pequeno. Aqueles que preferem um culto mais lotado para tocar seus instrumentos e conduzir o louvor, do que ministrar naquele culto que a igreja estar vazia. Ministério é serviço e não uma apresentação.
Acredito que a nossa fidelidade para Deus vale mais do que nosso talento natural. Deus não precisa de pessoas que sejam somente talentosas, Ele precisa de pessoas disponíveis e fiéis.
Eu não me lembro de ter lido na bíblia sobre alguma passagem onde Jesus tivesse que implorar para que o recebessem, ou pelo menos que ele insistisse em forma de debate para que alguém o seguisse. Não me lembro de ter lido algo sobre Jesus tendo que oferecer um atrativo além da Palavra viva e a manifestação de poder do Espírito Santo de Deus para que pessoas se decidissem por caminhar a seu lado.
O evangelho não pode ser mendigado. É claro que a nossa vontade é que todos venham ser salvos e essa também é a vontade de Deus (II Timóteo 2:4). Porém, o fato de ser a vontade de Deus não o faz violar a vontade do outro. Parece estranho, pois como pode algo que Deus deseja não acontecer? Mas é explicável pelo fato de que Deus é amor (I João 4:16) e o amor (ou Deus) não busca seus próprios interesses (I co 13:5).
Jesus era simples, pregava a Palavra e a ensinava com unção, não fazia mais que isso para que as pessoas pudessem segui-lo e o aceitá-lo. As vezes parece que para compensar a falta disto, buscamos atrativos, inovações e quando o "público" está presente ainda temos que implorar ou usar todo nosso poder de persuasão para que alguns, enfim, possam se decidir por algo que irá mudar a vida deles para sempre. Isso parece ou não mendigar o evangelho?
O nosso papel como cristãos é, assim como Jesus, amar as pessoas, apresentar o evangelho da salvação e ser um canal para operação do poder de Deus através do Espírito Santo que habita em nós, porém, para compensar a nossa falta de atitudes, por vezes queremos convencer com palavras.
I Coríntios 2
4 Minha mensagem e minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram em demonstração do poder do Espírito Santo, 5 para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.
Quando começarmos a demonstrar o poder, não precisaremos mais mendigar a aceitação de nossas palavras.
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Marcos 12
38 Ao ensinar, Jesus dizia: "CUIDADO COM OS MESTRES DA LEI. Eles fazem questão de andar com roupas especiais, de receber saudações nas praças 39 e de ocupar lugares mais importantes nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes. 40 Eles devoram as casas das viúvas, e para disfarçar, fazem longas orações. Esses receberão condenação mais severa!"
Tentando usar uma linguagem bem clara e atual, poderia dizer que os mestres da lei são aqueles que fingem ser uma coisa que não são, ou aqueles que fazem algo aparentemente correto com a motivação errada, verdadeiros políticos religiosos, ou aqueles que estão sempre prontos a julgar quem é que deve ser aceito na família de Deus pelo cumprimento ou não de alguns rituais estabelecidos pelo tempo através do homem, ou simplesmente, aqueles que se preocupam em serem religiosos ao invés de cristãos.
Marcos 1
21 Eles foram para Cafarnaum e, logo que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22 Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade E NÃO COMO OS MESTRES DA LEI.
Jesus era muito diferente dos mestres da lei. Diferente a ponto de ser perceptível a quem o estava ouvindo ensinar. Acho interessante o fato de mesmo Jesus sendo tão amoroso com todos, ver a maneira como ele tratava com tanta dureza aqueles que eram os "religiosos". Parece que com qualquer pessoa, independente do que estivesse passando ou da falta que houvesse cometido, Jesus tinha uma certa "paciência" no falar e, com todos eles, a compaixão era algo notável em nossa leitura do evangelho. Mas, quando se tratavam dos fariseus, mestres da lei, aqueles que demonstravam saber de tudo sem o entendimento da graça de Deus, parecia que Jesus não queria muito assunto. É como se ele já soubesse que muitos anos depois, o grupo destes continuariam dando muito trabalho, confundindo e aprisionando muitos.
Uma vez, um destes, chamado Nicodemos, se aproxima de Jesus dizendo que sabia que Ele vinha da parte de Deus, pois ninguém poderia fazer o que Jesus fazia se não estivesse com Deus (João 3). Em resposta, Jesus diz a ele que ninguém poderia ver o Reino de Deus, se não nascesse de novo. Era como se Jesus estivesse dizendo que de teoria até que Nicodemos sabia alguma coisa, porém, mais do que saber quantas vezes ele deveria ir a igreja por semana, mais do que saber usar palavras bem colocadas em suas orações, mais do que decorar a bíblia como um livro histórico comum e por isso identificar uma manifestação espiritual, era necessário viver aquela manifestação espiritual, era necessário ter uma experiência real com Cristo, era necessário experimentar a graça, o amor e a presença do próprio Deus.
Deixemos de ser ouvintes e meros religiosos e passemos a ser praticantes da Palavra e iguais a Cristo.
Neste quarto capítulo da série, o que me chamou a atenção foi o ciúme, inveja e o quão incomodado fica o irmão mais velho de Davi com o seu crescimento. Davi, ungido Rei, com coragem e mérito derrota o gigante filisteu, traz benefícios pra ele e pra toda sua família, e mesmo assim, seu irmão fica ciumento e invejoso ao ver o sucesso de Davi. Mais a frente, o próprio Rei Saul que o havia colocado em posição de destaque, padece destes mesmos males contra Davi, pois o povo o admirava e saudava.
Ouvi muitas vezes dizerem a frase: "Pra muitos, é mais fácil chorar com os que choram do que se alegrar com os que se alegram", e é uma grande verdade. As vezes vemos pessoas que ficam realmente comovidas com o sofrimento de alguém, mas basta essa pessoa ter uma notícia excelente pra contar, que aquele que houve mostra um sorriso tímido e em seu pensamento diz: "Por que aconteceu com ele? Quando vai acontecer o mesmo comigo?"
O ciúme não pode ser tratado como algo normal. É algo que todo crente deve lutar contra, praticando o que está escrito na palavra. Da mesma forma que devem praticar a mansidão no lugar da ira, o amor e a paz em lugar de dissensões e facções, vem a prática do domínio próprio em lugar do ciúme. Assim como a ira e dissensões, ao lado de imoralidades sexuais, feitiçaria e idolatria, está o ciúme listado como aquelas que são as obras da carne, e como qualquer outra, não pode ser algo que domina o cristão, pois não se trata de algo que seu espírito está dotado.
Gálatas 5
19 Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; 20 idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, CIÚMES, ira, egoísmo, dissensões, facções 21 e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os advertir: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.
22 Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.
Quando pensamos em ciúme, pensamos em um casal de namorados que possuem medo de perderem um ao outro, e por isso desenvolvem um cuidado excessivo. Isto é ciúme sim, como qualquer outro, e deve ser tratado a luz da palavra, praticando a palavra, renovando a mente. Mas, existem aqueles que possuem um certo ciúme ministerial, que não é mais ou menos grave, mas penso ser mais feio e vergonhoso. Estes são aqueles que não compartilham o "seu" lugarzinho ministerial com mais ninguém, tendo medo que as atenções saiam de cima dele. Este ministro ainda não entendeu que o ministério não é dele.
Quando você tem qualquer tipo de "inveja ministerial", é como se você estivesse dizendo a Deus que os planos de Deus para sua vida não são satisfatórios para você, e por isso, você ainda precisa olhar para os planos que Deus tem na vida de outra pessoa de maneira desejosa. Não deixe que este tipo de pensamento tome conta de sua mente. Ele não vem de Deus. Repreenda-o!
Leia o que diz em Salmos 139.16-18: "Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir. Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus! Como é grande a soma deles! Se eu os contasse, seriam mais do que os grãos de areia. Se terminasse de contá-los, eu ainda estaria contigo."
Compreender nosso papel no corpo de Cristo nos faz não perder tempo desejando o o papel de outro.
I Samuel 12
16 "Agora, preparem-se para ver este grande feito que o Senhor vai realizar diante de vocês! 17 Não estamos na época da colheita de trigo? Pedirei ao Senhor que envie trovões e chuva para que vocês reconheçam que fizeram o que o Senhor reprova totalmente, quando pediram um rei".
18 Então Samuel clamou ao Senhor, e naquele mesmo dia o Senhor enviou trovões e chuva. E assim todo o povo temeu grandemente o Senhor e Samuel.
No livro de I Samuel capítulo oito, lemos sobre o momento onde o povo de Israel reivindica a Samuel um Rei pada si. Então Samuel ora ao Senhor, que lhe diz que o povo o estava rejeitando como rei, mas pede a Samuel que conceda ao povo o que eles estavam querendo.
No Capítulo doze, no trecho que destacamos acima, Samuel mostra ao povo que não era a vontade de Deus que houvesse um rei governando Israel. Para que o povo soubesse disso, ele pede um sinal e isto acontece no mesmo dia, fazendo com que todo o povo temesse ao Senhor.
Acompanhe o que a bíblia diz sobre a criação do homem em Gênesis 1.26-28:
"Então disse Deus: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. DOMINE ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão".
27 Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
28 Deus os abençoou e lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! DOMINEM sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra".
Este texto de Gênesis nos fala sobre a criação do homem e suas atribuições dadas pelo seu criador. Deus fez o homem de maneira admirável, o fez como ele mesmo, o criou a sua própria imagem e semelhança, e o disse com que propósito o estava criando. O homem foi feito a imagem e semelhança de Deus para governar, mas este governo estabelecido por Deus seria sempre em relação a coisas e nunca em relação a pessoas. Deus diz para o homem dominar sobre toda a sua criação, mas ele nunca disse que o homem deveria exercer domínio sobre outro homem.
Eu creio que, assim como aconteceu em I Samuel, nunca foi a vontade de Deus que houvesse alguém que tomasse o seu lugar no governo de homens. O povo de Israel pediu por alguém que o pudesse governar e Deus reprovou o pedido, mas concedeu aquilo que era a vontade do povo. Mas e os grandes homens que estavam a frente de multidões que passaram pela bíblia até chegar este momento de I Samuel?! Antes de reivindicar um Rei, existiram para o povo homens que defendiam e resolviam questões ligadas ao bem estar deles e líderes que os direcionavam a vitória.
Existe uma grande diferença entre exercer liderança e exercer domínio ou governança. O líder é aquele que influencia um grupo, é aquele que faz primeiro e por ser admirado pelos seus feitos, aglomera seguidores que querem ser como ele é. O governante é aquele que fazendo ou não, manda para que outros obedeçam.
Existem muitos líderes que não estão conseguindo exercer bem sua liderança porque estão querendo exercer um mandado sobre outros, quando deveria estar fazendo e influenciando outros. Jesus é nosso maior exemplo. Ele serviu primeiro, exercendo influência e seu número de seguidores não para de crescer.
Quero honrar um amigo que se aplica muito a esse texto. Tiago Guedes, da Igreja Batista da Lagoinha, líder do Ministério Inconformados e da ONG Instituto Inconformados. Tiago é um líder que faz, e consegue manter uma equipe com ele pela sua influência. Neste sentido, um exemplo de liderança. Saiba mais em http://inconformados2009.blogspot.com/
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A unção sobre é aquela que vem sobre nós para nos capacitar para o serviço.
Isaías 61
1 O Espírito do Soberano, o Senhor, está sobre mim, porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros, 2 para proclamar o ano da bondade do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que andam tristes, 3 e dar a todos os que choram em sião uma bela coroa em vez de cinzas, o óleo da Alegria em vez de pranto, e um manto de louvor em vez de espírito deprimido.
Se trata da unção que vem sobre nós como uma capacitação sobrenatural para o exercício dos cinco dons ministeriais citados em Efésios 4, assim como também, o ministério de ajuda.
Onde há unção, há um ambiente favorável. Onde há unção, há graça. As coisas acontecem quando estão debaixo de unção, as coisas fluem.
Algumas vezes vemos pessoas que possuem um grande conhecimento histórico ou teológico sobre um determinado assunto, mas não há unção e por isso é como se a mensagem não atingisse o seu objetivo com facilidade. Parece que as coisas não estão acontecendo, como se alguma coisa estivesse agarrando. Não está fluindo.
A unção é como um óleo que passamos em uma máquina para que ela diminua o atrito enquanto está em funcionamento, para que haja deslizamento, fluir. Sem atrito, sem força!
Exemplos
Uma pessoa que tem unção para ensinar (mestre), talvez você não consiga vê-lo desempenhar um papel excelente em outras áreas dentro da igreja, mas quando ele entra dentro de uma sala de aula, existe uma graça para que ele exerça aquilo e é algo simplesmente extraordinário. As pessoas ficam atentas, o ensino chega com facilidade.
Outro exemplo, talvez um pastor que não tenha tanta habilidade no ensino, mas quando se trata em amar, consolidar, discipular, realizar um atendimento pastoral, não existe ninguém que o faça melhor.
Como uma onda
Ja viu acontecer de algumas pessoas investirem tempo em algo, se dedicarem de verdade em uma atividade dentro da igreja que creem que vai dar certo. Preparam tudo corretamente, escolhem o melhor horário e estão tentando a anos fazer com que aquilo tenha seu momento de explosão e cresça. Passa um tempo, vem uma outra pessoa, começa a mesma atividade, talvez nem tão preparado e em um horário aparentemente pior do que a pessoa antiga estava tentando a anos, e a atividade desta simplesmente rompe com todas as barreiras, as pessoas não param de chegar de todos os lados. O evento é um sucesso. É o que a unção faz!
Tem também aquele grupo musical que é um espetáculo. Músicos profissionais, dedicados ao que fazem, conhecedores do mundo da música. Arranjos impressionantes, vozes maravilhosas. Todos os amam e adoram ouvir o som deles. E chega aquele grupo musical mais simples, mas que quando começam a tocar um louvor, por mais simples que seja, é como se o ambiente inteiro mudasse, como se os céus descessem até nós. Isto é unção!
Vejo que a unção é como uma onda no mar.
Não sei se você ja passou pela situação complicada de se ver distante da areia e não conseguir mais voltar a nado. Seus braços estão cansados de tanto tentar se esforçar, suas pernas doem, o folego acabando, quando de repente, vem uma onda que o carrega, polpa seus esforços. Vejo que a unção funciona como essa onda. Ela nos leva ao objetivo.
Muitos estão querendo crescer ministerialmente sem unção e ficam gastando foças para traçar estratégias, convencer pessoas, passar objetivos e com o tempo estão se cansando. Alguns conseguem ir um pouco além, alcançando metas como empresários de qualquer outro ramo alcançam. Mas, por mais que ele possa atingir um certo ponto com sua própria força, não se compara com o lugar que a unção poderia o levar.
Vale mais esperar por essa "onda" e se encaixar nela, que ficar se cansando com seu próprio esforço. Busque por unção!
Algo no qual tenho meditado durante essa semana, é que muitos não estão ouvindo o que nós temos para dizer porque ainda não os amamos como deveríamos amar.
Precisamos amar mais as pessoas e a medida que esse amor for demonstrado, as portas estarão abertas para sermos ouvidos e chegarmos com o evangelho.
Tenho visto que são muitos os que estão preocupados com o melhor discurso a cada semana, com o crescimento da igreja de uma forma quase que empresarial, com os elogios e reconhecimentos entre nosso próprio mundo cristão, e cada vez menos preocupados em simplesmente amar pessoas.
As pessoas estão sedentas por respostas, elas querem o evangelho, mas ao mesmo tempo estão calejadas de verem tantos que não amam, que pregam algo e não conseguem converter aquilo em atitudes.
Onde está nossa igreja? Onde estamos nós, cristãos? Deveríamos estar nos asilos, nos orfanatos, deveríamos estar nos ocupando mais com ações sociais, cursos profissionalizantes em comunidades carentes, e muito mais. Onde amarmos desse jeito, as portas estarão abertas para que entremos com o que precisamos falar. Teremos ouvidos atentos para ouvir.
Olho para Jesus e vejo um homem que antes de tudo tinha compaixão, amava pessoas e, esse amor, essa compaixão que o levava a realizar tantos milagres entre aqueles que o encontravam. Enquanto ele amava pessoas, ele tinha a atenção delas para pregar a mensagem. Não poderia ser diferente.
As pessoas que estão a nossa volta, sabem que estamos aqui, conhecem a existência da igreja, mas estão cansadas de ver um povo apenas comentando coisas e se fechando em suas reuniões e quando se mobilizam para sair, é muitas das vezes, para tentar convencê-las em um dia de um amor que elas não viram durante todo o ano. Não vai dar certo!
A igreja de Cristo deveria estar muito mais ocupada com essa questão de amar pessoas, e a medida que isso estivesse sendo feito, estar pronta para o grande número de ouvidos abertos para o evangelho.
O foco sempre serão vidas. Nos alinhamos ao coração de Deus quando mantemos esse foco.
I Timóteo 1
12 Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me deu forças e me considerou fiel, designando-me para o ministério
Se eu tivesse que escolher um versículo hoje para deixar em um lugar visível, seria este. Este versículo possui verdades muito fortes para aqueles que disseram sim ao chamado de Deus, os que se sentem, assim como Paulo, designados ao ministério, aqueles que estão se dedicando e sendo treinados para cumprir seu chamado.
O apóstolo Paulo agradece a Deus em primeiro lugar porque Ele já o deu força. Entendo como se ele estivesse dizendo que a parte que cabia a Deus para fazer, Ele já o fez. O suprimento ou combustível necessário para toda vida ministerial de Paulo, ele entende que Deus já o tinha dado. Não faltava nada da parte de Deus.
Tudo o que necessitamos para o cumprimento de nosso ministério, Ele já nos deu. Tenho visto muitas pessoas que atendem o chamado de Deus, se preparam para este chamado e no meio do caminho ficam desanimadas, perdem suas forças e pensam em desistir. Deus não nos deu combustível apenas para metade do caminho. Ele já nos deu tudo o que necessitamos para ir até o fim. Aprendi que prosperidade é ter tudo o que necessitamos para que possamos cumprir o propósito de Deus para nossas vidas. Não irá me faltar recursos enquanto estiver no centro da vontade de Deus e concentrado em correr minha carreira. Ele ja me deu tudo, nEle sou próspero. Não há nada em falta. Deus me deu a força necessária para começar e terminar meu ministério, seja qual for e onde for.
E, neste mesmo texto, Paulo agradece a Deus também por tê-lo considerado fiel.
Quando Paulo fala que Cristo o deu forças, ele esta falando de algo que não dependia dele mesmo, algo que somente Cristo poderia dar a Ele, mas quando ele fala sobre a fidelidade, ele esta falando agora de algo que seria o que somente ele mesmo poderia fazer.
Deus o considerou fiel. A ilustração que vem a minha mente, é de um relacionamento (namoro). Uma pessoa avança nesse relacionamento para um casamento porque certamente ela considerou seu parceiro fiel. Ele considerou que ele seria capaz de iniciar um casamento que duraria para sempre, sem desistências ou trocas. Vejo como se Deus estivesse falando a Paulo: "Eu confio em você! Você vai até o final. Você é fiel a mim! Você vai aguentar coisas que outros não aguentariam e não vai desistir. Se fosse qualquer outra pessoa em seu lugar, talvez ela desistiria, mas você eu sei que não faria isso".
Deus nos considerou fiéis, e por isso nos designou ao ministério. Não há dificuldade alguma que possa aparecer no meio de nossa caminhada que não possamos suportá-la e ultrapassá-la. Ele nos deu força suficiente para cumprir tudo o que tem colocado em nosso coração. A parte que Ele tinha que fazer, Ele já o fez; agora decidimos por fazer a nossa parte também. Estamos convictos! Vamos até o fim! "Existe um propósito e é por ele que viveremos"
Todos sabemos que existe alguns cuidados que os ministros, principalmente aqueles que estão iniciando seu ministério, precisam tomar. Em alguns momentos, o ser humano tende a se deixar levar por emoções, elogios e críticas, a ponto de em um determinado tempo não se lembrar mais do motivo pelo qual ele iniciou sua caminhada.
O ministro deve ser uma pessoa objetiva. Ele é alguém que entendeu e atendeu um chamado específico de Deus para sua vida. Sendo assim, algo que ele não pode perder em momento algum se chama FOCO.
Deus nos chamou para pregar e ensinar por resultados e nunca por "grandes performances".
A busca por grandes atuações, discursos eloquentes e aplausos, muitas das vezes nos tiram do alvo. O alvo pode ser uma pessoa que entrou em uma igreja necessitando de cura, consolo ou conhecer ao Jesus que liberta, mas corre o risco de sair de lá da mesma maneira, pois a palavra não era direcionada a estas, e sim aos outros ministros presentes que ocupavam os primeiros bancos do auditório atentos para julgar o desempenho do colega que está com o microfone na mão.
A busca por "grandes performances" gera medo, nervosismo, apreensão e incertezas. A busca por resultados gera ousadia no espírito e uma convicção: "Tem alguém que entrou aqui precisando daquilo que tenho para dar". Essa ousadia e convicção vem por se tornar maior e mais claro a necessidade de alguns que estão no local, e pelo reconhecimento daquele que é o mais interessado em que tudo aconteça em sua totalidade.
O ministro nunca vai ter tantos problemas em fazer o que tem que ser feito quando o foco dele estiver no resultado, ao invés de estar na sua "magnífica atuação". Alinhe motivações!
Isaías 61
1 O Espírito do Soberano Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros







